The Man in Black

Bom, para quem não sabe, eu e a Isis pegamos coqueluche e estamos de molho em casa por uns diazinhos. Já prevendo o tédio que seria, resolvemos passar o tempo assistindo filmes,  coisa que a gente nem gosta de fazer! 🙂

No primeiro dia assistimos Rabbit Hole, 500 Days of Summer e Grease. Foi muito drama e cuti-cuti pra um dia só, então resolvemos que no dia seguinte veríamos algo mais descompromissado. Os escolhidos?  Kill Bill Volumes 1 e 2.

E foi aí que surgiu a  inspiração para este post.

Foi assistindo Kill Bill Vol.2, lá em meados de 2004, que eu descobri Johnny Cash.

A cena era essa:

 

Me encantei na hora pela letra de “A Satisfied Mind” e pela voz sombria do Mr. Cash. Uma navegada pela rede e eu já tinha toda a discografia no meu computador.

No ano seguinte, em 2005, foi lançado o Walk the Line (em português, Johnny e June) e me apaixonei de vez pelo “Homem de Preto”. Assistindo ao filme vi que não só era imensamente talentoso, como também era uma figura carismática (apesar de todos os problemas).

Adorei o filme. A interpretação de Joaquín Phoenix foi perfeita. Inclusive dizem que o próprio Johnny, ainda em vida, escolheu Joaquín para o papel.

Johnny Cash faleceu aos 71 anos, em setembro de 2003, 4 meses após a sua amada June. Sua morte foi causada por complicações decorrentes da Síndrome de Shy-Drager, uma doença neurodegenerativa, e diabetes.

Durante sua carreria de 5 décadas, Mr. Cash lançou mais de 60 álbuns (entre gravados em estúdio e ao vivo), além de diversas colaborações e participações em trilhas de filmes.

Quem curte pode acessar a discografia completa na Wikipedia ou  no site oficial.

Para finalizar, minha música preferida do muso: o cover de Hurt, do Nine Inch Nails.

Nem tem como começar a descrever o quanto eu amo essa música, esse clipe e tudo que ele representa. Foi o último vídeo gravado por Johnny, 6 meses antes de seu falecimento. O epitáfio perfeito para o Homem de Preto.

 

Menção honrosa: Walk the Line, Ring of Fire, Folsom Prison Blues, A Boy Named Sue, Cocaine Blues, One e Personal Jesus.

 

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Sobre Ale Ceratti

Publicitária, cinéfila e viajante. Porto Alegre - RS, Brasil
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